4 fórmulas para manter o seu sorriso

A saúde oral, além de ser um problema estético, pode afetar a saúde do resto de nosso organismo: distúrbios digestivos, cardiovasculares e infecções. Além de bons hábitos de alimentação, de higiene, as visitas periódicas ao seu dentista, a medicina natural pode te ajudar a cuidar boca. Descubra os conselhos do especialista Javier Mansa.


Combate a placa e evita a cárie



  • Sanguinária. É um agente antibacteriano natural eficaz para tratar as bactérias responsáveis da placa. Fazer elixires da infusão desta planta, de 1 a 3 vezes ao dia.

  • Orégano selvagem. O óleo essencial desta planta, é um poderoso anti-séptico que pode controlar a proliferação de bactérias patogênicas relacionadas com a cárie, placa e outras doenças da boca. Adicionar 10 gotas em ½ copo de água, e fazer elixires 1 a 2 vezes ao dia.

  • Sementes de Toranja. O extrato de semente de Toranja é um poderoso anti-séptico, muito eficaz para tratar as infecções causadoras de cáries e placa. Recomenda-Se fazer elixires de 20 gotas em ½ copo de água, 2 a 3 vezes ao dia. Melhora a sua eficiência em combinação com probióticos.

Afasta a doença periodontal.


São doenças causadas por infecções bacterianas que causam inflamação, sangramento, dor e retração da gengiva. O risco aumenta com a idade, e chega a 54% da população a partir dos 50 anos.



  • Ácido fólico. Esta vitamina ajuda a reduzir a inflamação das gengivas, e reduz o sangramento. Se aconselham tomar de 200 a 400 microgramas, distribuídas em 1 a 2 vezes ao dia.

  • Bromelaína. Enzima obtida de abacaxi, com propriedades anti-inflamatórias na doença periodontal. Utilizam-Se de 500 a 1.500 mg por dia, dividido em 1 a 3 vezes ao dia, 30 minutos antes das refeições. Evitar se tomam anticoagulantes.

  • A Vitamina C. As doenças da gengiva afetam o tecido conjuntivo que mantém firme os dentes, e que oferece uma barreira de proteção às infecções. A vitamina C reforça estes tecidos ricos em colágeno, que melhora a resposta para as defesas das infecções, reduzindo a frequência e a gravidade das infecções associadas a estes distúrbios. Utilizam-Se de 500 a 1.000 mg por dia, dividido em 1 a 3 tomas diárias.

  • Coenzima Q10. Substância natural produzida pelo nosso organismo. Pode ser deficiente na doença periodontal, reduz o inchaço, melhora a vitalidade e estabilidade da gengiva. Emprega-Se de 90 a 200 mg de Ubiquinona (coenzima Q10) distribuídas em 1 a 3 vezes ao dia.

  • Vitamina D3. Estudos recentes mostram a sua eficácia na prevenção e tratamento da gengivite e doença periodontal, protegendo a perda óssea, reduzindo a inflamação, e melhora a resposta defensiva. Muito interessante a menopausa, fase em que esta vitamina pode ser pobre. Recomenda-Se tomar em períodos de 1 a 3 meses, descansar de 15 a 30 dias e repetir. Prudência-se sofre de cálculos renais.

Adeus aos dentes sensíveis



  • O chá preto. Contém flúor necessário para manter os dentes fortes. Reduz a decomposição de carboidratos, que favorecem a proliferação de bactérias responsáveis pela cárie e da placa. Fazer elixires da infusão de chá preto (melhor com camomila), 1 ou 2 vezes ao dia.

  • Sango coral. É um coral marinho rico em mais de 70 minerais de fácil absorção, entre eles o cálcio, que é necessário para manter os dentes fortes. Reduz o excesso de acidez na boca, que enfraquece o esmalte. Recomenda-Se tomar de 1 a 2 g ao dia, dividido em 2 tomadas, com as refeições.

Os probióticos melhoram a saúde bucal


Na boca habitam cerca de 700 espécies de bactérias, algumas com um papel protetor, e outras potencialmente patogénicas, dependendo do equilíbrio entre elas. O estresse, maus hábitos de alimentação, de higiene, alterações na acidez da saliva ou certos medicamentos podem alterar este equilíbrio.


Estas bactérias patogênicas podem ser responsáveis pelas cáries, placa, e as doenças periodontais. Certos probióticos utilizados diretamente na boca, têm demonstrado eficácia em diferentes transtorno oral, estes são: Lactobacillus rhamnosus GG, L. Reuteri e L. salivarius, e Bifidobacterium lactis. Inibem a proliferação das bactérias responsáveis por esses transtornos.